Aparentemente dois assuntos nada a ver, certo? Nããão, errado. A Lu é canhota, e a Lu não é ruiva. É exatamente por isso que tento encontrar uma explicação genética para isso. Não encontrei. Assim, resolvi compartilhar minha angústia existencial (ok, não chega a tanto, vamos mudar para curiosidade sem sentido) para ver se alguém ai (um ruivo ou um canhoto) me ajuda.
Eu gosto de observar pessoas: sua maneira de agir, de vestir, de andar, de sorrir, vícios de linguagem e... se elas são canhotas. Pode parecer estranho isso, mas é por que eu sou canhota. Os canhotos vêem o mundo de outra forma. Tudo foi planejado e pensado para os destros, até por que durante muito tempo, as pessoas eram proibidas de serem canhotas (tinha algo meio demoníaco envolvido). Mas hoje, com esta liberdade toda, é possível ser canhota, mas com algumas dificuldades básicas tipo recortar, abrir latas e usar o mouse.
Já pesquisei bastante no Google, conversei com médicos, pessoas em geral, outros canhotos. Ninguém, NINGUÉM me explica por que alguns são destros e outros (aproximadamente 9% da população mundial) são canhotos. Só sei que não é genético, já que ninguém na minha família, em gerações anteriores era canhoto. Os ursos polares são todos canhotos, e depois que eu descobri isso, não me senti mais tão sozinha no reino animal, afinal, faço parte dele, não é mesmo?
Mas, o mais divertido é que em áreas criativas, como jornalismo, publicidade, design e etc, encontram-se mais pessoas canhotas do que em áreas como engenharia, por exemplo (essa é uma observação não científica feita por mim).
Segundo ponto. Por que as pessoas são ruivas? Lembra na escola, que estudávamos genética? Eu sempre gostei deste assunto! Não lembra? Então o básico é assim: A é dominante. a é recessivo. Dominante domina (dã), e recessivo só aparece na ausência do dominante. Ou seja, para características recessivas, é necessário que ambos (pai e mãe) as possuam, mesmo que não as manifestem!
Pooor exemplo: o loiro é recessivo, então, ou pai e mãe são loiros, ou, se um é moreno, tem um recessivo escondido e passa para o filho. Viu, fácil assim!
E onde entra o ruivo? A conclusão que eu cheguei (pouco científica, claro), é que o ruivo é tão recessivo quanto o loiro, mas ele é um tom de loiro que não acontece com tanta frequência. O que me fez concluir isso são os milhares de tons de loiro (naturais, é claro), que existem.
Perguntei para um amigo ruivo quem mais era ruivo na família dele. O único ascendente ruivo dele é o bisavô. A minha ascendente ruiva é minha avó, mas eu sou loira, não ruiva (apesar da minha proximidade genética ser maior com ela, do que a do meu amigo com o bisavô).
Isso não é injusto? Mas, seguindo a lógica, talvez eu tenha filhos ruivos (eu vou AMAR, já eles, não sei). Quando fui para Pomerode (diga-se de passagem a cidade mais alemã fora da Alemanha), quis sequestrar todas (e eram várias!) as crianças ruivas que via pela rua! Elas eram liiiindas =)
Enfim, explicações dadas, sem nenhuma conclusão do porque a Lu é canhota e não é ruiva, já que ela preferia o contrário.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
No Bar com Darth Vader
Não raro eu encontro o Darth Vader por aí, como neste post (http://www.aprincesadeallstar.blogspot.com/2011/04/cuidado-com-o-darth-vader.html)
Mas desta vez, o encontrei num Pub. Sim, por que além de usar All star, ele frequenta Pubs no sábado à noite. Como qualquer mortal. Mas ok, ok, é o Darth Vader.
Estava ele lá com os amigos, bebendo cerveja, na mesa ao lado. Quando entrei, perguntaram meu nome para por na comanda e o meu telefone. O que será que ele respondeu?
-"Como assim qual é meu nome? Não tá me reconhecendo? Quer testar o poder do lado negro da força é?" Ziimn, óooun.
-"E telefone? Como assim? Eu me comunico pelo meu sabre de luz"
*Para quem interessar possa, ele bebeu Stella Artois e comeu batatas fritas.
Mas desta vez, o encontrei num Pub. Sim, por que além de usar All star, ele frequenta Pubs no sábado à noite. Como qualquer mortal. Mas ok, ok, é o Darth Vader.
Estava ele lá com os amigos, bebendo cerveja, na mesa ao lado. Quando entrei, perguntaram meu nome para por na comanda e o meu telefone. O que será que ele respondeu?
-"Como assim qual é meu nome? Não tá me reconhecendo? Quer testar o poder do lado negro da força é?" Ziimn, óooun.
-"E telefone? Como assim? Eu me comunico pelo meu sabre de luz"
*Para quem interessar possa, ele bebeu Stella Artois e comeu batatas fritas.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Lendo "O retorno do Jovem Príncipe"
"Quando somos jovens, saímos pelo mundo, um mundo muito diferente daquele onde vivíamos com nossos pais - pelo menos para os felizardos entre nós que ouviram contos de fadas e histórias de príncipes e castelos encantados. Então, começamos a encontrar egoísmo, incompreensão, agressividade e falsidade. Tentamos nos defender e preservar nossa inocência, mas a injustiça, a violência a superficialidade e a falta de amor continuam a nos assombrar. E nosso espírito, em vez de espalhar luz e felicidade ao redor, começa a se recolher e se ocultar no fundo de nós. E chega o momento em que o mundo com o qual sonhamos em nossa juventude começa a tremer diante do avanço implacável da realidade.
Existem aqueles que, neste ponto, descartam seu tesouro de sonhos e ancoram suas vidas na segurança ilusória do pensamento racional. Viram indivíduos sérios, que adoram números e rotinas, que por sua vez, lhes dão uma aparente segurança. Entretanto, como a segurança nunca é abrangente, eles jamais conseguem ser felizes. Então começam a acumular possses, mas sempre há algo faltando. Possuir coisas não os torna felizes, pois os afasta da simples existência"
Existem aqueles que, neste ponto, descartam seu tesouro de sonhos e ancoram suas vidas na segurança ilusória do pensamento racional. Viram indivíduos sérios, que adoram números e rotinas, que por sua vez, lhes dão uma aparente segurança. Entretanto, como a segurança nunca é abrangente, eles jamais conseguem ser felizes. Então começam a acumular possses, mas sempre há algo faltando. Possuir coisas não os torna felizes, pois os afasta da simples existência"
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Lendo "Um farol no pampa"
"Era um dia de inverno, pesado e úmido; estávamos todos lá, eu e meu irmão Antônio, e minha tia D. Ana, que talvez fosse a única criatura realmente viva naquela manhã cinzenta e acabrunhada - porque D. Ana tinha um sonho que crescia nas franjas de sua lagoa: o farol; e quem tem um sonho, ah, este vive, sim senhor; todo o resto não passa de retórica ou falácia religiosa, pois creio eu, después de tudo que já vi, que são os sonhos, tal alavancas invisíveis, que nos empurram para a frente, rumo à floresta de dias ainda não vividos.
Ai, com o tempo me veio esta mania de fugir do assunto, e aqui retomo minha narrativa, aqui esqueço o sonho - eu que sonhei a vida inteira,eu, aquela que adentrou a floresta e se perdeu para sempre em seu coração úmido e verde."
(Cartas de Manuela, a eterna noiva de Giuseppe Garibaldi)
Ai, com o tempo me veio esta mania de fugir do assunto, e aqui retomo minha narrativa, aqui esqueço o sonho - eu que sonhei a vida inteira,eu, aquela que adentrou a floresta e se perdeu para sempre em seu coração úmido e verde."
(Cartas de Manuela, a eterna noiva de Giuseppe Garibaldi)
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Como não matar uma barata
Estava eu, toda serelepe e saltitante quando avisto uma barata passar correndo por mim. Instintivamente, grito. Não sei se ela escuta o grito, mas ela definitivamente corre mais rápido.
-"O que foi?" grita minha mãe.
-"Mãããããe, uma barata!! Traz o veneno!!"
-"Tá, fica de olho nela".
Odeio quando ela diz isso. É óbvio que não tem como ficar de olho na barata. Ela não fica parada, e na primeira oportunidade, sai de vista. Então, a barata sai correndo, e eu correndo atrás dela.
No meio da perseguição de vida e morte, grito:
-"Rápidooo mããããe!"
Mas ai a coisa sai de controle. Meio sem saber como, pulo em cima da vítima gritando:
-"Morre! Morre!Sua filha da puta" e chineleio ela.
Ai, dou dois passos para trás e observo. Eita bicho difícil de matar. Ela fica lá andando que nem barata tonta, literalmente, e para.
Fico de tocaia, pronta para atacá-la novamente, caso seja necessário.
Ai minha mãe chega com o veneno na mão, olha a barata destripada, aquele caldo verde em volta, ela ainda mexendo aquelas patas nojentas, me dá o veneno e me manda completar o serviço, mas não fica para ver.
Ai eu jogo um pouco do veneno e observo.
Finalmente, ela vira com as patas para cima, e estrebucha.
Mas a desgraçada continua mexendo as patas... recolho o cadáver com a pazinha de lixo, e o carrego bem longe do meu corpo, com o braço esticado, pronta para jogar longe se a barata voltar a vida repentinamente (o que não é raro de acontecer), e jogo o bicho semi-morto na privada.
Dou a descarga com uma atitude trinfuante! Venci! Ahá!
Mas quando deito na cama, fico com medo de outras virem se vingar durante a madrugada..
-"O que foi?" grita minha mãe.
-"Mãããããe, uma barata!! Traz o veneno!!"
-"Tá, fica de olho nela".
Odeio quando ela diz isso. É óbvio que não tem como ficar de olho na barata. Ela não fica parada, e na primeira oportunidade, sai de vista. Então, a barata sai correndo, e eu correndo atrás dela.
No meio da perseguição de vida e morte, grito:
-"Rápidooo mããããe!"
Mas ai a coisa sai de controle. Meio sem saber como, pulo em cima da vítima gritando:
-"Morre! Morre!Sua filha da puta" e chineleio ela.
Ai, dou dois passos para trás e observo. Eita bicho difícil de matar. Ela fica lá andando que nem barata tonta, literalmente, e para.
Fico de tocaia, pronta para atacá-la novamente, caso seja necessário.
Ai minha mãe chega com o veneno na mão, olha a barata destripada, aquele caldo verde em volta, ela ainda mexendo aquelas patas nojentas, me dá o veneno e me manda completar o serviço, mas não fica para ver.
Ai eu jogo um pouco do veneno e observo.
Finalmente, ela vira com as patas para cima, e estrebucha.
Mas a desgraçada continua mexendo as patas... recolho o cadáver com a pazinha de lixo, e o carrego bem longe do meu corpo, com o braço esticado, pronta para jogar longe se a barata voltar a vida repentinamente (o que não é raro de acontecer), e jogo o bicho semi-morto na privada.
Dou a descarga com uma atitude trinfuante! Venci! Ahá!
Mas quando deito na cama, fico com medo de outras virem se vingar durante a madrugada..
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
E se?
E se você fizesse tudo que quer?
E se você parasse de seguir regras?
E se você tivesse total controle da sua vida?
E se você tomasse as decisões na hora certa?
E se você nunca perdesse uma oportunidade?
E se a nossa vida não fosse marcada por tantos e se?
E se você parasse de seguir regras?
E se você tivesse total controle da sua vida?
E se você tomasse as decisões na hora certa?
E se você nunca perdesse uma oportunidade?
E se a nossa vida não fosse marcada por tantos e se?
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