quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Quase férias

Esta semana estou tendo uma palhinha de férias. Estava muito acostumada a sair de casa cedo e voltar muito tarde. Então, finalmente, minhas aulas começaram a acabar, uma a uma. Primeiro foi o TOEFL, depois Teoria do Jornalismo e hoje Edição!

Então comecei a fazer a lista que planejei para as férias, mas o problema é que tentei fazer tudo ao mesmo tempo! Aproveitei que não ia ter aula de manhã, acordei cedo e sai para correr! Depois voltei e fiz tudo aquilo que estava esperando pelas férias para se feito: arrumei todo o meu quarto, comecei a ler 2 livros (As crônicas de Nárnia e Castelo de Vidro) e escrevi. Só espero que esta rotina não me deixe estressada, já que são muitas coisas para fazer, pois de correria, já basta o semestre!
=]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sapatinho de cristal? No way

Hoje lembrei-me de que a Cinderela usava um sapatinho de cristal e por isso decidi explicar o por quê de eu ser a princesa de all star.

Eu tenho um sério problema com meus pés. Tudo, absolutamente TU-DO machuca. Sapatilhas, havaianas, rasteirinhas, peep-toe, salto fino, salto alto, salto baixo, bota, scarpin, chanel, mocassim, anabela, que dirá o famoso sapatinho de cristal! É frustrante ver sapatinhos bonitos e não poder usá-los, pois ainda que eu queira fazê-lo, prefiro ter o calcanhar inteiro.

Ah, lista das coisas que não machucam: pantufas, galochas e all-star. Da lista usável, prefiro ser princesa de all star a ser princesa de galochas. Ainda mais por que isso daria abertura para um outro apelido: a princesa chata-de-galochas!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Por que contratar um empresário junior?

O Movimento Empresa Junior foi iniciado em 1967 na L'École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales - em Paris. O Movimento se expandiu e a primeira Empresa Junior brasileira foi criada em 1989, na Fundação Getúlio Vargas (FVG) em São Paulo. O objetivo deste tipo de organização é promover uma experiência de mercado aos alunos graduandos da instituição à qual ela é vinculada. Assim, durante a faculdade, os Empresários Juniores têm a real experiência de trabalhar em uma empresa, assumindo cargos de liderança e realizando projetos. Em Santa Catarina, o movimento é representado pela Federação das Empresas Juniores de Santa Catarina, a FEJESC.

Frederico Mesquita, Engenheiro de Automação graduado pela UFSC, Administrador formado pela ESAG, e Doutor em Administração pela FGV de São Paulo, e que acumula experiências de trabalho em empresas como a Souza Cruz, AMBEV e Kaiser, ressalta o diferencial de seus funcionários que são ou já foram Empresários Juniores. Para ele, aqueles que passaram por uma Empresa Junior já estão em vantagem sobre os demais só pelo fato de terem buscado viver este tipo de experiência. Afirma também que os Empresários Juniores têm talento e responsabilidade, demonstram preocupação com o futuro, autonomia para realizar tarefas e tendências ao empreendedorismo. A sua opinião é conseqüência do tempo em que trabalhou indiretamente com o Movimento Empresa Junior e também tendo como base seus funcionários ligados ao Movimento.

O Engenheiro Administrador comenta também que a experiência de Empresa Junior agrega valores para a vida e a carreira do Empresário Junior, já que a exposição aos desafios propostos é uma oportunidade para desenvolver os talentos e amadurecer emocionalmente, estando assim mais preparado para o mercado de trabalho. Outro ponto forte destacado é o contato com a criação e execução de projetos na área de consultoria, pois o Empresário Junior é cobrado e exigido na Empresa Junior da mesma forma que será no mercado de trabalho.

Além dos benefícios já citados, Frederico Mesquita fala sobre outras vantagens de contratar Empresários Juniores. Com base em sua experiência na Ligmark, empresa de Contact Center que tem entre seus clientes a IG, a OI e UNIBIND, afirma que investiu menos tempo e dinheiro durante o treinamento. Segundo ele, os Empresários Juniores já têm um conhecimento de vivência de empresa, o que agrega valor imediatamente e evita o retrabalho. O esforço da empresa acaba sendo apenas moldar o conhecimento já adquirido pelo Empresário Junior, o que traz vantagens em curto prazo, diferentemente daqueles que não tiveram experiências deste tipo. Atualmente, a Ligmark tem em seu quadro de funcionários 4 pós- empresários juniores vindos de empresas federadas à FEJESC.

Segundo Mesquita, grande parte das empresas não busca esta aproximação com as Universidades, e, ao invés de tentar um contato anterior, ficam esperando que jovens talentos batam à sua porta logo depois de formados. As pessoas talentosas, segundo ele, se reconhecidas e valorizadas desde cedo, aumentam a competitividade das empresas, tornando-as mais bem posicionadas no mercado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Filosofando por aí

Hoje questione-me sobre o motivo que leva as pessoas a casarem.
Eu acredito no casamento e quero me casar um dia, mas parei pra pensar em como as pessoas fazem a escolha do futuro cônjuge.
Você não escolhe alguém só por ser legal, tem que ser alguém com quem você passaria e irá passar o resto da vida. Isso torna a decisão ainda mais drástica.
Com certeza não vou dormir até achar uma resposta...ou talvez eu vá, sei lá =]
ó céus.

domingo, 1 de novembro de 2009

Tibet - entenda a questão com a China

No século VII, o imperador tibetano adotou o budismo e traduziu a literatura budista para a língua tibetana. Construiu muitos templos imperiais e monastérios. Os budistas acreditam que o Dalai Lama é a reencarnação de Buda. No século XVII, o quinto Dalai Lama desmilitarizou totalmente o país, promovendo o desenvolvimento das instituições monásticas e ampliou a política de não-violência. Apesar disso, a história do Tibet é marcada por muitas guerras.

Em 1720, durante a dinastia Ching, a China conquistou o Tibet. Em 1912, com a queda desta dinastia, os tibetanos expulsaram as tropas oficiais chinesas da região. Porém, em 1913 na conferência realizada em Shimla, na Índia, britânicos, tibetanos e chineses decidiram dividir o Tibete: uma parte seria anexada à China e outra se manteria autônoma. Ao retornar da Índia, o 13º Dalai Lama declarou oficialmente a independência do Tibet. Porém, o acordo de Shimla nunca foi ratificado pelos chineses, que continuaram a reivindicar direito de posse sobre o território. Em 1918, as relações entre as duas nações resultaram em um conflito armado. A Rússia e a Inglaterra intervieram no conflito, porém, sem sucesso. Assim, em 1933, com a morte do décimo terceiro Dalai Lama, o Tibet enfraqueceu politicamente.

No fim da década de 40 e início da década de 50, o Tibet foi, então, integralmente ocupado pelas forças comunistas de Mao Tsé-tung, sob o pretexto de libertar o país do imperialismo inglês e reconstruir o que considerava o território histórico da China. No dia 11 de novembro de 1950, o governo tibetano manifestou-se contra a agressão chinesa, mas a assembléia geral da ONU adiou a discussão do problema. Em 17 de novembro de 1950, com apenas 16 anos de idade, o décimo quarto Dalai Lama assumiu a posição de Chefe de Estado do Tibet.

Os tibetanos freqüentemente de rebelavam contra a presença de forças chinesas em seu país. Em 10 de março de 1959, dez anos depois do início da ocupação, os tibetanos organizaram uma grande revolta contra a China. Neste levante, ocorrido na capital Lhasa, a Resistência Nacional contra a China atingiu seu auge. Porém, a reação chinesa foi violenta: o Levante Nacional Tibetano deixou um saldo de 87.000 mortos e a fuga para o exterior do Dalai Lama, seguido por 100.000 tibetanos.

A fuga de Tenzin Gyatso, o 14º Dalai Lama, para o exílio no Norte da Índia, é o motivo porque a sede do governo tibetano se localiza lá até hoje. Seu governo, praticado do exílio, não tem reconhecimento internacional, mas tem obtido algum sucesso nesse projeto. Em 1989, o Dalai-Lama conquistou o prêmio Nobel da Paz por seus esforços e aumentou a simpatia internacional e apoio financeiro á sua causa. É reconhecido mundialmente como grande defensor da paz mundial e da não-violência.

Já faz 50 anos que a China ocupa o Tibet e até hoje as Nações Unidas nunca expressaram um protesto significativo contra a situação. A China alega soberania histórica, ameaçando assim a cultura e religião dos tibetanos. Por exemplo, as mulheres tibetanas são sujeitas a esterilização e ao aborto forçado. Essa estratégia visa ao que se chama de limpeza étnica e leva os tibetanos a se tornarem minoria em seu próprio país. E quem se manifesta contra a ditadura comunista é duramente repreendido.

A importância do Tibet para os chineses está nas suas possibilidades geopolíticas e econômicas, pois está situado numa posição estratégica em caso de ataque e possui abundância de minerais e petróleo. O governo chinês sequer considera a possibilidade de conceder a independência para o Tibet. A China utiliza-se de sua força – econômica, militar e diplomática – e defende obstinadamente a tese de que o Tibet é tão chinês quanto Hong Kong, cedido à força para a Inglaterra colonialista, transformado em paraíso capitalista e devolvido para a China em 1997. Para os chineses, o Tibet sempre fará parte da Pátria Mãe.

No livro Enterro Celestial, da autora Xinran, ela trata sobre a questão do Tibet como pano de fundo da trajetória de Shu Wen, uma mulher que, em 1958 parte em busca do marido, um médico do Exército Popular de Libertação que havia desaparecido na ocupação do Tibet. Em entrevista, a autora conta sobre a sua experiência:
"A primeira vez que visitei o Tibet foi em 1984, como jornalista. Pela primeira vez na minha vida experimentei o que significava viver em silêncio. Os tibetanos que observei pareciam se comunicar basicamente através da linguagem corporal ou por acordos tácitos. A segunda foi em 1995. Eu estava interessada em conferir de perto o que tinha ouvido de Shu Wen."

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sob o Céu do Atacama

Marcamos o passeio para aquela noite. Íamos para o Tour Astronômico. Disseram-nos que poderia fazer -2° graus. Coloquei todas as roupas que tinha. Não queria passar frio. O deserto do Atacama, no Chile, é o local onde tem o maior observatório do céu no mundo.

Chegamos de ônibus em um local absolutamente escuro. Era uma casa, rodeada de diversos telescópios gigantescos. Entramos e, sob a luz de velas, um Astrônomo francês que falava "Alors" no meio das frases em Espanhol, começou a nos apresentar a história dos estudos astronômicos.
O mais legal é que ele fez isso de maneira leve e engraçada, mas ao mesmo tempo muito informativa.

Depois disso, ele nos levou pra fora da casa e olhamos todos para o céu. Nunca tinha visto nada tão magnífico. Parecia que tinham colocado sobre nós todos um tecido azul marinho cravejado de diamantes altamente brilhantes, que faiscavam disputando a nossa atenção.

Ele começou dizendo:
-"Antigamente só havia 3 coisas para se fazer durante a noite: Dormir e olhar as estrelas."
Então, com um LASER apontou para o céu e começou a desenhar as constelações do Zodíaco, para que pudessemos ver. A mais fácil, aliás, a única fácil de ver o desenho é Escorpião. As outras, segundo o astronômo, precisavam de muita imaginação ou fumo para serem vistas.

Assim, seguindo o "Passeio pelo céu do Atacama", ele mostrou várias manchas branco- esverdeadas no céu e disse:
-"São galáxias"

Eu entrei em choque. COMO ASSIM GALÁXIAS? Sim, galáxias. Outras galáxias que fazem parte do mesmo universo. Eu nunca tinha me sentido tão pequena em toda a minha vida.
Ai ele completou:
-"E esta mancha maior, a oeste, é a Via Lactea"

Olhei para uma mancha, mais branca do que as outras que percorria o céu. Fiquei estarrecida. Olha, a minha galáxia. Era linda, e muito grande. O Astronômo disse que era como se estivessemos no centro de um círculo, olhando para um dos lados dele, como se fosse um arco.

Depois do choque, fomos para o telescópio. Ele mostrou Júpiter. Sabe aqueles livros que temos na 3ª série, quando estudamos o sistema solar? Era a mesma imagem. Olhando sem telescópio, era uma estrela brilhante. Com telescópio, era um planeta azul-cinzento com 3 luas em volta.

Em seguida ele mostrou Alfa Centauro, que é o sol mais próximo depois do nosso. Sem telescópio, era uma estrela avermelhada. Pelo telescópio, parecia uma fogueira, muito contrastante com o azul escuro do céu.

As últimas surpresas da noite foram duas estrelas cadentes, que na verdade só foram vistas por mim. Da mesma maneira que surgiram no céu, desapareceram. O espetáculo da aparição durou algo em torno de 3 ou 4 segundos, e eu estava tão encantada que não tive tempo nem de avisar niguém, nem de fazer um pedido.

domingo, 4 de outubro de 2009

A princesa ocupada

Era uma vez uma princesa que estava muito ocupada estudando e não tinha tempo, muito menos criatividade para escrever no seu blog. Por isso, ela postava histórias sobre isso.